A maior rede de eletropostos rápidos do Brasil — 84 hubs ao longo dos 4.658 km da BR-101, integrando energia, varejo e créditos de carbono em um único ativo de infraestrutura crítica.
+125% no crescimento de vendas de eletrificados no 1º semestre de 2026 vs. 2025, com 18,3% de participação nas vendas de veículos leves — recorde histórico. Já são 25.429 eletropostos públicos no país, crescendo 21% em apenas 3 meses. Mas a cobertura de recarga rápida ainda é desigual ao longo do maior corredor litorâneo do Brasil, com um vazio estrutural concentrado entre o norte da Bahia e o Espírito Santo.
Recarga ultrarrápida (150 a 350 kW), conveniência e parceria direta com grandes redes de varejo. Configuração técnica de 6 a 8 carregadores DC duplos por hub, espaçados a cada 110 km em média, dentro de redes que somam mais de 13 milhões de clientes por dia (Carrefour, Cencosud, GPA). Os 20-40 minutos de recarga são a janela natural de conversão em vendas de conveniência.
HUB ROTA BR 101 — RECARGA E PRODUTIVIDADE DURANTE A PARADA
R$ 2,50 a R$ 3,50/kWh, margem bruta de até R$ 2,80/kWh sobre o custo de aquisição.
Cross-sell durante os 20-40 min de recarga, em parceria com Carrefour, Cencosud e GPA.
Receita publicitária em telas digitais — até R$ 100 mil/mês na rede madura.
Ativos ambientais em dólar — US$ 369 mil a US$ 627 mil/ano na rede madura.
| Cenário | Receita anual da rede | EBITDA anual da rede | Payback por hub |
|---|---|---|---|
| Pessimista | R$ 221,4 milhões | R$ 197,2 milhões | ~18 meses |
| Médio | R$ 334,6 milhões | R$ 310,4 milhões | ~13 meses |
| Otimista | R$ 496,5 milhões | R$ 472,3 milhões | ~9 meses |
Piloto validado antes da escala: 10 hubs em 2026, com expansão condicionada à demanda real observada — não à projeção.
Diversificação geográfica: exposição distribuída por 12 estados, sem concentração em uma única economia regional.
Diversificação de receita: 4 fontes reduzem a dependência do preço de energia isolado.
Resiliência de infraestrutura: sistemas de storage (baterias) nas praças com rede elétrica de média tensão limitada.
Continuidade operacional: frota de resgate móvel para atendimento emergencial em pontos de sombra da rodovia.
Originação de baixo atrito: hubs instalados dentro de redes de varejo já operantes, reduzindo risco de terreno e licenciamento.
Projeção para 2029, sustentada pelo controle de mais de 65% da capacidade de recarga DC do eixo BR-101 e por aproximadamente 25.000 m² de área de varejo/conveniência associada — a maior barreira de entrada para mobilidade elétrica de longa distância no litoral brasileiro.
Créditos de carbono e certificados I-REC validam o projeto junto a fundos internacionais e abrem caminho para debêntures verdes com taxas de juros reduzidas, além de criar proteção cambial natural via liquidação em dólar.
Piloto — 10 municípios prioritários ao longo da rota.
Expansão nos eixos Sul/Sudeste e Nordeste.
Adensamento dos trechos críticos da Bahia e Espírito Santo.
Rede completa — 84 hubs e 1.176 plugues em operação.
Modelo financeiro detalhado por cenário, estudo técnico de infraestrutura e estruturação de créditos de carbono.